sábado, 6 de dezembro de 2014
A Educação Proibida | Legendado HD Brasil | Completo
Este documentário produzido no ano de 2012, questiona a escolarização moderna e propõem um novo modelo educativo.
O atual sistema "PRUSSIANO" originado do padrão militar de educação da Prússia, no século 18, tem como objetivo gerar uma massa de pessoas obedientes e competitivas, com disposição para guerrear.
As escolas são colocadas no mesmo patamar das fábricas e dos presídios, com seus portões, grades e muros; com horários estipulados de entrada e de saída, fardamento obrigatório, intervalos e sirenes indicando o início e o fim das aulas.
Ou seja, o sistema educacional vigente acaba refletindo verdadeiras estruturas políticas ditatoriais que produzem cidadãos "adestrados" para servir ao sistema; nesses termos, qualquer metodologia educacional que busque algo diferente será "proibida".
Infelizmente, esse foi o modelo que se espalhou pela Europa e depois pelas Américas. Sua principal falha está em um projeto que não leva em consideração a natureza da aprendizagem, a liberdade de escolha ou a importância do amor e relações humanas no desenvolvimento individual e coletivo.
E aqui estamos agora, com este problema enorme nas mãos...
Assim, fracassados somos todos os que compactuamos direta ou indiretamente com esta verdadeira máquina de subjugar crianças e adolescentes inocentes.
Este documentário é o resultado de mais de 90 entrevistas realizadas em 8 países através de 45 experiências educativas não convencionais e um total de 704 co-produtores.
Um projeto completamente independente de uma magnitude sem precedentes, o que explica a necessidade latente para o crescimento e o surgimento de novas formas de educação.
Colabore você também, divulgando e compartilhando o vídeo em redes sociais, promovendo um debate no seu meio social.
"Todo mundo fala de paz, mas ninguém educa para a paz. As pessoas educam apenas para a competição e a competição leva à guerra."
( Pablo Lipnizky )
"Nunca duvide que um pequeno grupo de cidadãos, prestativos e responsáveis possa mudar o mundo. Na verdade, é assim que tem acontecido sempre."
( Margaret Mead )
"A liberdade real virá quando nós nos libertarmos da dominação da educação ocidental, da cultura ocidental, e do modo de vida ocidental."
( Mahatma Gandhi )
Algumas das propostas e princípios pedagógicos que sustentam "A Educação Proibida":
Método Montessori; pedagogia Waldorf (Rudolf Steiner); pedagogia Crítica; pedagogia Liberadora (Paulo Freire); método Pestalozzi; método Freinet; A Escola Livre; A Escola Ativa; pedagogia Sistêmica; educação Personalizada; pedagogia Logosófica.
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Colégio usa WhatsApp para se comunicar com pais de alunos
Fonte da matéria: http://olhardigital.uol.com.br/video/colegio-usa-whatsapp-para-se-comunicar-com-pais-de-alunos/44738
Para aumentar a participação dos pais no processo de
aprendizagem dos filhos e oferecer mais segurança, algumas escolas
passaram a adotar ferramentas tecnológicas já bastante conhecidas do
nosso dia a dia. Neste colégio, em São Paulo, os telefonemas e reuniões
presenciais deixaram de ser o principal canal de comunicação entre pais e
mestres.
Há pouco mais de um ano, aplicativos de comunicação e
compartilhamento como Google Drive, Hangouts e o tão popular WhatsApp se
tornaram presentes no cotidiano dos pais, professores e coordenadores.
Aqui, o WhatsApp já é responsável por quase 90% de toda a comunicação entre os pais e a escola.
As mensagens instantâneas facilitam na hora de passar um recado ou esclarecer qualquer dúvida relacionada ao aluno. Mas a comunicação é de mão dupla: os pais costumam questionar sobre o dia quando as crianças estão em fase de adaptação ou doentes e até usam a ferramenta para avisar quando vão atrasar para buscar os filhos. Se antes a comunicação era feita somente pessoalmente ou por recados na agenda, agora a tecnologia trouxe a facilidade do “tempo real” para situações como estas.
As mensagens instantâneas facilitam na hora de passar um recado ou esclarecer qualquer dúvida relacionada ao aluno. Mas a comunicação é de mão dupla: os pais costumam questionar sobre o dia quando as crianças estão em fase de adaptação ou doentes e até usam a ferramenta para avisar quando vão atrasar para buscar os filhos. Se antes a comunicação era feita somente pessoalmente ou por recados na agenda, agora a tecnologia trouxe a facilidade do “tempo real” para situações como estas.
Do outro lado, mesmo quando não há qualquer urgência,
as coordenadoras costumam “presentear” os pais com fotos dos alunos
realizando as atividades na sala de aula, brincando ou se alimentando.
Mais do que aproximar os pais do dia a dia dos filhos,
a tecnologia os aproximou da escola. As reuniões trimestrais de pais e
mestres – dependendo da ocasião – podem ser transmitidas em vídeo
através do Hangouts. E quando o pai ou mãe não pode de jeito nenhum
participar daquele momento, a escola agenda um novo horário para uma
reunião virtual com a coordenadora.
Outra atividade proporcionada pela tecnologia aqui
neste colégio é a transmissão da aula em tempo real. Em uma fase
importante da alfabetização, Matheus precisou viajar com os pais para o
Sul do país. Para não perder a aula, as professoras transmitiram a
atividade para ele...
E não para por aí. Para compartilhar o desempenho das
crianças, o colégio publica o relatório trimestral do aluno no Google
Drive.
Se essas ferramentas são tão utilizadas no nosso dia a
dia, nada melhor do que aproveitar ao máximo em cada vez mais situações
e ocasiões.
8 razões para defender o uso do celular na sala de aula
Fonte da matéria: http://olhardigital.uol.com.br/video/8-razoes-para-defender-o-uso-do-celular-na-sala-de-aula/45289
O número de celulares se aproxima do número de
habitantes do planeta. Segundo levantamento da União Internacional de
Telecomunicações, até o final do ano, chegaremos bem perto dos 7 bilhões
de aparelhos em funcionamento – o que representa 96% da população da
Terra. Mas tem alguns lugares em que ele não é nada bem-vindo. E não
estamos falando apenas do cinema... nas salas de aula o dispositivo
continua proibido – pelo menos na maioria dos colégios.
Mas tem gente que discorda dessa proibição. Entre
esses, ninguém menos que a ONU, por meio de sua agência para a
educação, a UNESCO. No documento “Diretrizes de Políticas de
Aprendizagem Móvel”, a Unesco defendeu o celular na escola, inclusive
dentro da sala de aula como recurso didático e pedagógico.
A Unesco espalhou especialistas em todo o mundo para criar um guia sobre o tema. Mas, para especialistas em Educação, antes de defender o incentivo do uso de tecnologias móveis dentro da sala de aula, é preciso estabelecer regras claras de uso.
No documento, a Unesco também discute a necessidade de se treinar os professores para que eles lidem com a tecnologia dentro da sala de aula.
O problema é que no Brasil, na maioria dos casos, existe certa resistência por parte dos professores em incorporar novas tecnologias. Para muitos, sala de aula é lugar de desligar o celular e ponto final.
Este colégio é exceção. Aqui, eles concordam com a visão da Unesco: entendem que a tradicional aula só com lousa e giz não funciona mais. Para os alunos do ensino médio – com idade a partir dos 15 anos – os professores já usam o próprio smartphone e inclusive tablets como instrumentos didáticos em algumas aulas.
A Unesco espalhou especialistas em todo o mundo para criar um guia sobre o tema. Mas, para especialistas em Educação, antes de defender o incentivo do uso de tecnologias móveis dentro da sala de aula, é preciso estabelecer regras claras de uso.
No documento, a Unesco também discute a necessidade de se treinar os professores para que eles lidem com a tecnologia dentro da sala de aula.
O problema é que no Brasil, na maioria dos casos, existe certa resistência por parte dos professores em incorporar novas tecnologias. Para muitos, sala de aula é lugar de desligar o celular e ponto final.
Este colégio é exceção. Aqui, eles concordam com a visão da Unesco: entendem que a tradicional aula só com lousa e giz não funciona mais. Para os alunos do ensino médio – com idade a partir dos 15 anos – os professores já usam o próprio smartphone e inclusive tablets como instrumentos didáticos em algumas aulas.
Já com os mais novos, do ensino fundamental – os
jovens entre 11 e 14 anos – o colégio preferiu criar um programa de
educação digital na sala da aula. Levaram inclusive um advogado
especialista em direito digital para explicar as consequências do mau
uso da ferramenta, mas também para mostrar quanto ela pode ser produtiva
se bem aproveitada.
É claro que muita gente – muitos professores,
inclusive, não concordam com a visão da Unesco. Mas, a agência e defende
e até preparou uma lista com bons motivos para transformar cada vez
mais o celular em ferramenta pedagógica. Eis alguns dos itens da lista:
- Ampliar o alcance e a equidade em educação
- Ajudar alunos com deficiência
- Otimizar o tempo na sala de aula
- Permitir a aprendizagem em qualquer hora e lugar
- Aproximar o aprendizado formal do informal
- Facilitar o aprendizado personalizado
- Melhorar a comunicação e aprendizagem contínua
- Maximizar a relação custo-benefício da educação
E você tem opinião a respeito? O que acha? Dá para ter
celulares e smartphones funcionando em sala de aula ajudando nos
estudos, ao invés de atrapalhando no aprendizado? Acesse Olhar
Digital.com.br e registre sua opinião.
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Text neck é o mal de quem digita no celular
Artigo do Jornal Diário Catarinense (27-11-2014) referente a problemas de saúde em relação a má postura ao utilizar o celular por várias horas seguidas.
Tecnologia tem sido grande vilã ortopédica. Uso de smartphones causa novos problemas de postura, mostra estudo publicado em periódico nos EUA.
Tecnologia tem sido grande vilã ortopédica. Uso de smartphones causa novos problemas de postura, mostra estudo publicado em periódico nos EUA.
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