terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Tecnologia aproxima crianças de culturas diferentes - Professora paulista aproxima crianças de culturas diferentes


Matéria original:
http://portal.mec.gov.br - Quinta-feira, 15 de janeiro de 2015 - 17:24
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TECNOLOGIA NA EDUCAÇÃO

Professora paulista aproxima crianças de culturas diferentes

Quinta-feira, 15 de janeiro de 2015 - 17:24
Os alunos da escola paulista usaram ferramentas digitais para localizar a comunidade indígena paraense no mapa e conhecer o cotidiano das crianças daquela localidade (foto: arquivo da professora Josane Silva)A partir da exploração de temas como moradia, alimentação, transporte e brincadeiras, uma professora de Valinhos, no interior paulista, desenvolveu projeto para comparar o modo de vida dos alunos de uma escola da rede particular de ensino com os de uma escola indígena do Pará. “Queríamos promover uma leitura intercultural”, diz Josane Batalha Sobreira da Silva, professora polivalente no Colégio Visconde de Porto Seguro.
Seu projeto, Aproximando Culturas por Meio da Tecnologia, confrontou semelhanças e diferenças entre estudantes do quarto ano do ensino fundamental do colégio paulista e da Escola Professor Antônio de Sousa Pedroso (Escola Borari), em uma comunidade indígena da vila Alter do Chão, distrito paraense, a 30 quilômetros de Santarém.
Alunos de seis turmas formularam perguntas relacionadas à escola, moradia, alimentação, meios de transporte, brincadeiras e festas típicas. “Ficamos três semanas trocando perguntas e respostas”, diz Josane. As perguntas, elaboradas em sala de aula, eram postadas no portal educacional Faceduc, durante as atividades realizadas no laboratório de informática. Além de postar e responder perguntas enviadas pelos alunos da comunidade indígena, os estudantes paulistas tinham de refletir e escrever sobre o que acharam de mais interessante nos comentários postados a cada semana.
Além disso, os professores postaram vídeos e fotos de diferentes locais para permitir a comparação de pontos geográficos, modos de vida e cultura. Foi possível, assim, analisar a situação dos alunos de uma comunidade indígena nos dias atuais e perceber aquela comunidade como “um outro diferente, mas não inferior”, enfatiza a professora.
Os estudantes pesquisaram sobre a vila Alter do Chão para conhecer um pouco mais sobre o lugar, localizaram a comunidade indígena no mapa, conheceram o cotidiano das crianças e compararam a forma de vida dos indígenas de antigamente com a de hoje. “Os alunos puderam perceber o cuidado que as crianças indígenas têm com a natureza, tirando dela apenas o que necessitam para seu sustento”, ressalta a professora. Os estudantes paulistas também aprenderam sobre o nheengatu, língua da família linguística do tupi-guarani, falada pela comunidade de Alter do Chão.
Livro — As reflexões sobre o que cada um aprendeu a respeito dos temas trabalhados foram registradas em um livro, criado no Faceduc. “Ao ler os relatos, percebemos que essa troca pode estabelecer correlações entre o conteúdo estudado em história e geografia e a realidade”, analisa a professora.
O trabalho foi finalizado com uma videoconferência. Por meio do skype, os alunos puderam se conhecer em tempo real, conversar e finalizar o trabalho. “Foi um momento mais que especial”, diz Josane.
Prêmio — A inclusão do projeto entre os finalistas da sétima edição do Prêmio Vivaleitura, na categoria 2, voltada para escolas públicas e particulares, deixou Josane emocionada. “Sempre acreditei na tecnologia como algo que oferece ao aluno um espaço de interação e conhecimento, que possibilita uma diversidade de caminhos para a melhoria do ensino-aprendizagem”, ressalta. Ela pretende dar continuidade ao projeto este ano, com mudanças e ampliação. “Estamos trabalhando nas adaptações, desenhando as mudanças e acrescentando ideias.”
Professora há 18 anos, Josane é graduada em pedagogia e em psicopedagogia, com pós-graduação em relações interpessoais na escola e a construção da autonomia moral. Tem ainda especialização em ética, valores e saúde na escola.

Fátima Schenini

Com tradução simultânea, app do Google ajuda na viagem (e nos estudos)

Fontes: olhardigital.com.br
Matéria 1 - Publicado em 16/01/2015 às 20h01
Matéria 2 - 14/01/2015 às 13h45


As novas ferramentas do Google Tradutor já estão no ar e funcionando.

O sistema de tradução por voz em tempo real do Google, anunciado há dois dias, já está disponível para dispositivos Android e iOS em uma atualização do Google Tradutor.

O recurso de voz realiza tradução simultânea para português, francês, alemão, italiano, russo e espanhol. Para ativá-lo é preciso clicar no ícone de microfone, selecionar a língua e falar próximo ao dispositivo. O diálogo é reconhecido automaticamente e traduzido para outro idioma em formato de texto na tela.

A atualização traz também uma ferramenta visual para traduzir placas e imagens utilizando a câmera do smartphone ou tablet. Para utilizar o recurso, o usuário deve abrir a câmera dentro do aplicativo e apontá-la para o que deseja traduzir.

Como na maioria das atualizações, a expectativa é que o update chegue a todos os usuários nos próximos dias.


 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Antivírus para pendrive - USB Disk Security

Matéria original http://olhardigital.uol.com.br/video/download-da-semana-usb-disk-security/44337 Publicado em 27/09/2014 às 19h00

Link para download do antivírus - http://www.zbshareware.com/setup.exe


Química 3D - Brasileiro usa animações em 3D para ensinar química

Matéria original: http://olhardigital.uol.com.br/video/brasileiro-usa-animacoes-em-3d-para-ensinar-quimica/39243 Publicado em 07/12/2013 às 20h00.

Links para as animações: http://www.quimica3d.com/indexbr.php






"Eu esperei umas três semanas, o manual não chegava e eu comecei a ficar apreensivo. Com muita cautela, escrevi uma carta dizendo a eles que estava esperando. Daí ele disse para esperar porque havia mandado por um navio para não ficar muito caro", conta Manuel Baptista, engenheiro elétrico.
"Uma animação de dois minutos leva 80 horas, duas semanas de trabalho intenso. Neste tempo, uma boa parte é no Blends, mas outra é discussão conceitual", diz Baptista.
"Um aluno não consegue fazer uma animação sozinho, com qualidade e sem erros conceituais. Ele precisa do apoio de um professor com absoluto domínio conceitual", explica Manuel Baptista.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

NY deve permitir smartphones em escolas

O site olhardigital.com.br publicou está matéria em 08/01/2015. Clique aqui para acessar a matéria original.




O Departamento de Educação de Nova York quer encerrar a restrição de smartphones na rede pública de ensino imposta no mandato do ex-prefeito Michael Bloomberg. 

A proibição, que está vigente desde 2006, foi promulgada logo após a popularização dos celulares inteligentes nos EUA. O pretexto de Bloomberg para a proibição era de que os aparelhos tiravam a privacidade das instituições de ensino, além de criar distrações para os alunos.

A decisão dificultou a comunicação entre pais e filhos no expediente escolar e criou um comércio de aluguel de armários nos arredores das escolas públicas - o preço médio para cada aluno armazenar seu aparelho com segurança chegava à casa dos US$ 180.

Em discurso ontem à noite, o atual prefeito, Bill de Blasio, - primeiro democrata eleito nos últimos 20 anos - disse que os tempos mudaram desde que a ideia foi concebida e que sua implementação criou problemas em vez de resolvê-los.

Se aprovada, a nova política deve entrar em vigor no dia 2 de março e prevê autonomia às escolas para regular o uso dos aparelhos dentro das salas de aula.