quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015
domingo, 22 de fevereiro de 2015
Evolução da Inteligência Artificial preocupa cientistas
Atividade original disponível em olhardigital.com.br - Publicado em 21/02/2015 às 19h00 - Clique para acessar.
Diversos aplicativos e funções específicas em
computadores e dispositivos móveis já utilizam técnicas de Inteligência
Artificial. A tecnologia permite a tomada de decisão autônoma por uma
máquina; como se ela tivesse vontade própria! É isso que vemos ao
usarmos, por exemplo, funções de voz no smartphone – como o Siri, da
Apple – ou ainda, quando aquele aplicativo descobre a música que está
tocando em questão de segundos.
As pesquisas em torno do assunto exploram inúmeros
problemas e abordagens há mais de 20 anos. Apesar de não ser tão nova
assim, a tecnologia vem se aprimorando e está prestes a sair
definitivamente dos laboratórios de pesquisas para o mercado. Por
enquanto, focada em problemas pequenos e bastante específicos, a
Inteligência Artificial não oferece perigo e deve começar a fazer cada
vez mais parte do nosso dia a dia.
A eminência é tamanha que dois grandes cientistas
resolveram divulgar uma carta aberta alertando sobre os riscos do
desenvolvimento crescente da Inteligência Artificial. O documento
assinado por Stephen Hawking e Elon Musk defende uma supervisão
responsável para garantir que os interesses da humanidade continuem em
primeiro lugar. No texto, eles reconhecem que os benefícios potenciais
são enormes, já que tudo que a civilização tem a oferecer é um produto
da inteligência humana; no entanto, é impossível prever o que poderá ser
alcançado quando essa inteligência for ampliada pelas ferramentas que a
Inteligência Artificial pode prover. Assim, eles defendem que a
maximização do benefício social através da Inteligência Artificial.
A questão é que nada impede que um dia essas máquinas inteligentes e com vontade própria saiam do controle. Imagine a Rose se rebelando e transformando os Jetsons em seus escravos! Tecnologia… a gente sabe como é… Por enquanto, as falhas seriam pequenas como, por exemplo, um computador bagunçar o mercado de ações ou um carro autônomo errar o caminho e entrar na contramão. Mas no momento em que a Inteligência Artificial começa a ter uma demanda cada vez maior por sistemas mais inteligentes – aí, sim, podemos correr o risco de um dia máquinas superinteligentes virem a controlar os seres humanos!
A questão é que nada impede que um dia essas máquinas inteligentes e com vontade própria saiam do controle. Imagine a Rose se rebelando e transformando os Jetsons em seus escravos! Tecnologia… a gente sabe como é… Por enquanto, as falhas seriam pequenas como, por exemplo, um computador bagunçar o mercado de ações ou um carro autônomo errar o caminho e entrar na contramão. Mas no momento em que a Inteligência Artificial começa a ter uma demanda cada vez maior por sistemas mais inteligentes – aí, sim, podemos correr o risco de um dia máquinas superinteligentes virem a controlar os seres humanos!
Stephen Hawking diz: “uma inteligência artificial bem
sucedida seria o maior evento da história humana. Infelizmente, também
poderia ser o último.”
O grande medo surge quando a Inteligência Artificial
se alinha a robôs humanóides. Até hoje, um dos maiores desafios da
ciência é implantar as três leis da robótica: a primeira lei diz que um
robô nunca pode ferir um ser humano; a segunda, que ele deve sempre
respeitar a ordem de um ser humano, desde que não infrinja a primeira
lei; e a terceira diz que o robô deve proteger a si mesmo, claro, isso
sem desrespeitar as duas primeiras leis. Um pouco complicado… e,
atualmente, nem a robótica, nem a Inteligência Artificial conseguem
implementar direito essas leis.
A chegada da Internet das Coisas é mais uma ameaça. Se os robôs com inteligência artificial buscam suas informações para tomar decisões na web e teremos bilhões de dispositivos conectados muito em breve, eles certamente serão bem mais informados e inteligentes que qualquer ser humano. Afinal, ninguém sabe de tudo…
A chegada da Internet das Coisas é mais uma ameaça. Se os robôs com inteligência artificial buscam suas informações para tomar decisões na web e teremos bilhões de dispositivos conectados muito em breve, eles certamente serão bem mais informados e inteligentes que qualquer ser humano. Afinal, ninguém sabe de tudo…
Outro grande risco: ainda que essas máquinas
inteligentes possam tomar decisões como seres humanos, elas não têm
qualquer noção de moral. Para não sair do controle, equipamentos com
Inteligência Artificial precisariam ter consciência, ou seja, saber as
consequências de suas decisões… mas isso é praticamente impossível.
O alerta está dado! Será que corremos o risco de assim
como em alguns filmes, sermos dominados e controlados por robôs? Ou
viveremos pacificamente com máquinas inteligentes entre nós, caminhando
na mesma calçada? A preocupação não é só dos grandes futuristas.
Recentemente, quando o Google comprou a DeepMind, uma empresa de
Inteligência Artificial baseada na neurociência, as duas empresas
criaram um conselho de ética e segurança para garantir que essas
tecnologias sejam desenvolvidas sem oferecer qualquer risco aos seres
humanos. Assim esperamos.
sábado, 31 de janeiro de 2015
Vai fazer uma viagem longa com os filhos - Prepare o tablet
Matéria original disponível em tudoindica.ig.com.br - Clique para acessar
Prepare o tablet para uma longa viagem
Quando a viagem é longa, conte com o seu fiel companheiro: o tablet. O gadget multifuncional pode significar a diferença entre um trajeto interminável e boas horas de entretenimento. Portanto, prepare-se. O primeiro passo é carregar a bateria. Pode parecer óbvio, mas, dentre as milhares de coisas que nos preocupam na véspera de uma viagem, esta é uma das últimas. Levar um dispositivo de bateria extra é importante para não depender de tomadas inexistentes. No quesito conteúdo, certifique-se de que seu tablet está recheado de opções. Baixe diversos filmes, pensando nos diferentes estados de ânimo que aplacam durante uma viagem longa: animação, cansaço, nostalgia. O mesmo conselho vale para a seleção de livros e músicas: não dependa de apenas um tipo de entretenimento. Por fim, não subestime o poder de um bom jogo. Quanto mais imersivo, melhor. Deixe de lado preocupações e esqueça-se por completo da passagem do tempo. Quando se der conta, já estará desembarcando.
25 filmes para ver com as crianças
Matéria original disponível em delas.ig.com.br - disponibilizada em 29/092012 - Clique para acessar
O site delas.ig.com.br selecionou histórias que, embora não sejam exclusivamente infantis, podem levantar discussões importantes e ensinar lições de vida às crianças
Assistir a um bom filme ao lado dos filhos pode ser uma ótima opção para o fim de semana. Selecionamentos 25 histórias que, mesmo não sendo exclusivamente infantis, podem promover discussões relevantes e ensinar valores importantes às crianças.
Conversamos com as especialistas em família Marina Vasconcellos, terapeuta familiar e de casal; Dora Lorch, psicóloga e autora do livro “Superdicas para educar bem seu filho” (Editora Saraiva), e Elizabeth Monteiro, psicóloga e autora do livro “Criando Filhos em Tempos Difíceis – Atitudes e Brincadeiras para uma Infância Feliz” (Editora Mercuryo). Elas ajudaram a selecionar e comentaram os filmes da galeria abaixo, todos com classificação etária indicada após o título. Escolha um - ou mais - e aproveite o fim de semana em família.
Lista dos filmes
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A invenção de Hugo Cabret (Hugo, 2011)
Em A invenção de Hugo Cabret (L), um órfão vive com seus próprios recursos. “Trata-se da persistência e de acreditar no próprio potencial”, diz Marina. |
A Onda (Die Welle, 2008)
Em A Onda (+16), professor propõe experimento sobre fascismo, mas perde o controle.
“É importante para discutir identidade e a falta dela”, diz Elizabeth.
A Onda (1981) - Completo
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Billy Elliot (Billy Elliot, 2000)
Em Billy Elliot (+12), menino descobre talento para o balé e vence aos poucos oposição do pai e do irmão. Mostra às crianças que não se deve ter vergonha de quem se é. |
À procura da felicidade (The Pursuit of Happyness, 2006)
Em À procura da felicidade (L), pai solteiro procura oportunidade de trabalho com salário digno. “O filme fala da perseverança, da necessidade de batalhar”, diz Dora. |
Um sonho possível (The Blind Side, 2009)
Um sonho possível (+10) ensina que é possível superar dificuldades. Jovem negro com talento para o futebol americano recebe ajuda quando não tem mais onde morar. |
A vida em preto e branco (Pleasantville, 1998)
Em A vida em preto e branco (+12), garoto se torna personagem de seriado dos anos 50. “O filme mostra que as coisas não são perfeitas, mesmo que pareçam”, diz Dora. |
Entre os Muros da Escola (Entre les Murs, 2008)
Entre os Muros da Escola (+12) mostra diferenças culturais e religiosas na história do professor que enfrenta desafios para ensinar uma turma de nacionalidades diversas. |
A vida é bela (La vita è bella, 1997)
A vida é bela (+12) retrata esforço de pai para proteger filho dos horrores nazistas. “Ensina sobre a guerra e ajuda a encarar as dificuldades com leveza”, diz Marina. |
O Sorriso de Monalisa (Mona Lisa Smile, 2003)
Em O Sorriso de Monalisa (+12), professora de História da Arte inspira suas alunas a sonharem além do casamento. Retrato do conservadorismo existente na década de 50. |
Sociedade dos Poetas Mortos (Dead Poets Society, 1989)
Sociedade dos Poetas Mortos (+12) também mostra professor que inspira os alunos a pensarem por si mesmos em uma escola tradicional. Ensina a seguir objetivos |
De repente 30 (13 going on 30, 2004)
Em De repente 30 (L), garota de 13 anos em crise pede para ser adulta e desejo se realiza. Além de viver em seu tempo, filme “ensina a respeitar o próximo”, diz Marina. |
Persepolis (Persepolis, 2007)
Persepolis (+12) conta a história de uma garota iraniana descontente com a opressão do país. Animação representa as problemáticas de outra cultura com leveza e humor. |
Se enlouquecer não se apaixone
(It’s Kind of a Funny Story, 2010) Em Se enlouquecer não se apaixone (+14), adolescente procura hospital psiquiátrico. Filme fala sobre depressão e como não deixar-se levar pelas dificuldades. |
As melhores coisas do mundo
(As melhores coisas do mundo, 2010) Em As melhores coisas do mundo (+14), adolescente vive entre fofocas na escola e internet. Com diálogos realistas, ensina valores. “Muito rico para discutir com os filhos” diz Dora. |
Rain Man (Rain Man, 1988)
Em Rain Man (L), homem descobre que seu pai deixou uma fortuna para o irmão autista, que desconhecia. Para discutir preconceito, laços e estigmatização. |
Luzes da cidade (City Lights, 1931)
O clássico de Chaplin Luzes da cidade (Livre) retrata o amor do vagabundo por uma jovem cega. Ensina sobre o respeito ao próximo e a não ter preconceitos. |
Edward Mãos de Tesoura (Edward Scissorhands, 1990)
Em Edward Mãos de Tesoura (+14), personagem exótico é perseguido por sua excentricidade. Serve para discutir as aparências – que, às vezes, enganam. |
Lisbela e o prisioneiro (Lisbela e o prisioneiro, 2003)
Em Lisbela e o prisioneiro (+14), malandro bondoso e mocinha sonhadora se apaixonam. “É engraçado, as crianças acompanham e serve para discutir ética”, comenta Dora. |
Feitiço do tempo (Groundhog Day, 1993)
Em Feitiço do tempo (L), homem fica preso no mesmo dia. “Ensina que não adianta fazer sempre o mesmo para conseguir algo diferente”, diz Dora. |
Jamaica abaixo de zero (Cool Runings, 1993)
Baseado em fatos reais, Jamaica abaixo de zero (L) mostra treino de equipe de trenó para vencer Olimpíada. Com humor, filme ensina a ter determinação. |
Papai bate um bolão (Kicking and Screaming, 2005)
Em Papai bate um bolão (+6), Phil se torna técnico do time de futebol do filho. Filme mostra a importância da socialização e que ganhar nem sempre é o principal. |
A árvore dos sonhos (The War, 1994)
Em A árvore dos sonhos (+12), veterano de guerra volta para casa e se depara com uma rixa. Para Elizabeth Monteiro, serve para discutir de que vale uma rivalidade. |
Vestida para casar (27 dresses, 2008)
Em Vestida para casar (+10), mulher repensa a própria vida quando homem pelo qual é apaixonada decide casar com a irmã dela. “Serve para discutir o que é ideal”, diz Dora. |
Confiar (Trust, 2010)
Em Confiar (+16), adolescente começa relacionamento pela internet que, depois, descobre ser com um pedófilo. “Trata do perigo de se expor online”, diz Marina. |
Central do Brasil (Central do Brasil, 1998)
Em Central do Brasil (+12), menino perde a mãe e recebe a ajuda de uma mulher para procurar o pai no interior nordestino. Mostra diferentes faces da realidade brasileira. |
Estudo questiona prejuízo da TV no aprendizado das crianças
Matéria original - http://delas.ig.com.br - Clique para acessar - Postada em 31/01/2015
Academia Americana de Pediatria desaconselha vídeos para crianças menores de dois anos, mas pesquisa sugere que eles podem ser ferramentas de ensino efetivas nessa faixa etária
Pesquisadores da Universidade Emory, nos Estados Unidos, demonstraram que bebês menores de dois anos expostos a vídeos educativos que ensinavam a linguagem de sinais tiveram um bom desempenho em testes de aprendizado.
De acordo com o estudo, publicado no site do periódico Child Development, a performance das crianças que aprenderam a partir de vídeos foi muito semelhante ao desempenho apresentado pelos bebês que foram ensinados pelos pais, de maneira presencial.
Pesquisadores aplicaram testes em crianças para determinar nível de aprendizado de linguagem de sinais através de vídeos
Método
Ao todo, participaram do estudo 92 crianças de 15 meses de idade. Elas foram divididas em quatro grupos: um que assistiu a vídeos comerciais que ensinavam linguagem de sinais sozinhos; outro que foi submetido à mesma atividade, em condições iguais com apenas uma diferença: para esses bebês, a linguagem de sinais foi ensinada próprios pais, de forma presencial; outros bebês assistiram aos vídeos com o auxílio dos pais, que podiam direcionar a atenção dos bebês para momentos importantes que apareciam nas imagens; no último grupo as crianças não foram submetidas a nenhuma forma de aprendizado. Os vídeos foram mostrados às crianças quatro vezes por semana, por três semanas.
Depois dos vídeos, os pesquisadores aplicaram testes aos bebês. Eles mostraram fotos que os pequenos nunca tinham visto de objetos comuns – cuja correspondência em linguagem de sinais eles haviam aprendido no vídeo – e então pediram o sinal correspondente. Outro teste consistia no caminho contrário: era pedido que as crianças selecionassem a foto equivalente ao sinal feito pelos pesquisadores.
Leia também: Crianças podem assistir à novela?
Nestes testes, os grupos que assistiram aos vídeos sozinhos, os que assistiram junto com os pais e os que foram ensinados pelos pais de forma presencial tiveram desempenhos muito próximos. Depois de uma semana sem instrução alguma, os testes foram aplicados novamente. Os bebês ainda se mostraram capazes de reproduzir os sinais previamente aprendidos, mas os pertencentes ao grupo que recebeu ensino dos pais puderam reter e produzir um número maior de sinais.
Segundo uma das líderes da pesquisa, Soshana Dayanim, o estudo foi capaz de isolar o efeito do vídeo de instrução por focar em uma habilidade que as crianças menores de dois anos não estariam expostas em outras áreas de sua vida.
Academia Americana de Pediatria
A conclusão de que crianças menores de dois anos são capazes de aprender por meio de vídeos questiona uma recomendação da Academia Americana de Pediatria que aconselha os pais a não permitir que seus filhos assistam a programas de televisão ou DVDs, nem mesmo os educativos, até completar dois anos de idade.
Justamente para esclarecer essa orientação, os pesquisadores responsáveis pelo estudo alertam que os resultados não devem ser visto como um aval para as crianças assistirem a vídeos ou televisão antes da idade considerada adequada pela organização americana.
“Nós não podemos falar dos efeitos cognitivos de curto ou longo prazo da exposição de crianças a vídeos em geral. Só apontamos o potencial para instrução” diz Laura Namy, uma das pesquisadoras responsáveis pelo estudo, em release divulgado no site da universidade.
Ela ressalta que o estudo demonstrou que vídeos podem ser uma ferramenta de ensino efetiva para crianças menores de dois anos, sob as circunstâncias certas.
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